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Dicas que lhe podem ser úteis

As histórias por detrás das suas imagens

Este mês encontrámos estas belas e pouco habituais imagens captadas por fãs da Canon.
A roda-gigante ecológica do Festival de Roskilde de 2009, de Stig Nygaard
A fotografia é do Festival de Roskilde de 2009, na Dinamarca, um dos maiores eventos de música da Europa. A música é a principal razão para assistir, mas é sempre um sítio interessante para utilizar a câmara.
A roda-gigante ecológica do Festival de Roskilde de 2009, de Stig Nygaard - Canon
Stig Nygaard, A Roda-gigante ecológica do Festival de Roskilde de 2009
Licença Creative commons - atribuição, sem trabalhos derivados
Pegadas ecológicas
Há sempre muitas atividades e atrações no festival. Este ano o tema era "Pegadas ecológicas", numa tentativa de chamar a atenção para as alterações climatéricas. Por isso, para se poder andar na roda-gigante era obrigatório gerar a energia necessária numa bicicleta de exercício!
Exposição longa
Na última noite do festival, passei pela roda-gigante e reparei nas secções de luzes coloridas que nela estavam projetadas e pensei que uma fotografia de exposição longa da roda-gigante com "tiras de luz" não só proporcionaria uma sensação de movimento, como também ficaria muito bonita com as diferentes luzes coloridas.
Fotografar
Eram 23:00 e, por sorte, numa noite de verão dinamarquesa como esta, ainda há um pouco daquela bela luz azul no céu a esta hora. Por isso, fui buscar o meu tripé e instalei a minha EOS 50D.
A objetiva é a EF-S 10-22 mm f/3.5-4.5 USM com uma definição de 13 mm. Adoro esta objetiva, ainda que agora tenha alguma concorrência com a mais leve EF-S 10-18 mm f/4.5-5.6 IS STM que "tive" de comprar numa viagem recente em que me esqueci da minha adorada objetiva de 10-22 mm!
Experimentei alguns tempos de exposição diferentes e descobri que com seis segundos obtinha um efeito bonito (f/16, ISO 100). Provavelmente utilizei o temporizador para evitar a vibração da câmara.
É divertido brincar com o movimento
Os elementos desfocados das exposições longas captam sempre a atenção do observador e, quando se adicionam luzes coloridas e o belo céu azul de uma noite de verão, o resultado é ainda melhor. Também gosto do facto de ter o logótipo das "Pegadas ecológicas" incluído para contar a história do festival.
Um desafio interessante
Criar uma sensação de movimento numa fotografia é sempre um desafio interessante. Obviamente o resultado nunca corresponderá à imagem real, mas é divertido conceder essa sensação de uma forma abstrata. O resultado não é extremamente natural mas, ainda assim, de alguma forma, parece lógico para o nosso cérebro. Acho que é uma perspetiva engraçada.
A adição de cores bonitas e de um belo céu noturno torna-a numa fotografia que estou muito feliz de ter tirado. Se o estivesse a tentar fazer, provavelmente teria um aspeto um pouco mais "realista", com uma velocidade de obturação mais lenta, para que se pudessem ver as formas das "cestas" na roda-gigante. No entanto, assim parece mais louco, rápido e divertido!

Dicas que lhe podem ser úteis

As histórias por detrás das fotografias
Veja a história de Chad Powell por trás das suas deslumbrantes imagens das estrelas sobre as praias da maior ilha de Inglaterra, fotografadas utilizando uma Canon DSLR 6D.
As histórias por detrás das fotografias - Canon
© Galactic Rainbow por Chad Powell – Canon EOS 6D
O sítio onde eu vivo na Ilha de Wight deve ser um dos melhores lugares no sul do Reino Unido para a astrofotografia. A sua localização a sul e as cidades relativamente pequenas permitem que os céus não estejam tão obstruídos pela poluição luminosa, em comparação com a maioria do Reino Unido. Isto permite uma excelente visualização do céu escuro e da Via Láctea durante os meses certos do ano, idealmente entre maio e agosto.
Esta parte específica da Ilha de Wight fica próxima da parte mais a sul da ilha; o farol de St Catherine (visto como um brilho branco no extremo direito).
As histórias por detrás das fotografias - Canon
© Chad Powell – Canon EOS 6D
Esta área, conhecida por Castle Haven, fica a vários quilómetros de distância da cidade mais próxima, que pode ser vista como um brilho extremamente intenso no lado esquerdo, fazendo com que a parte inferior da Via Láctea desapareça. Apesar disto, a Galáxia de Andrómeda continua a ser visível como uma mancha, por cima da intensa poluição luminosa. 180 graus à direita, o centro galáctico, a parte mais brilhante da Via Láctea, resplandece.
Esta visão incrível, pouco visível ao olho nu, pode ser totalmente apreciada utilizando uma ISO elevada e exposição longa na minha Canon 6D. Também é necessária uma abertura grande, de forma a recolher a quantidade máxima de luz para o sensor.
As histórias por detrás das fotografias - Canon
© Chad Powell – Canon EOS 6D
Numa noite límpida, quando olha para o céu, o máximo que pode ver a partir de qualquer sítio no planeta Terra são, aproximadamente, 2500 estrelas.  A Via Láctea continua a ser visível a olho nu em áreas do céu escuro, mas apenas parece ser uma tira branca esbatida no céu, o que continua a ser uma visão incrível de contemplar. Porém, uma câmara DSLR consegue ver muito mais do que o olho humano.
Antes de ter pegado numa câmara, nunca pensei ser possível tirar fotografias desta maneira sem viajar para áreas de pouca iluminação, como a Nova Zelândia ou África. É uma sensação incrível poder partilhar as minhas fotografias com outras pessoas, e fazer com que estas percebam melhor aquilo que podem ver em áreas de menor poluição luminosa aqui, na Grã-Bretanha.
As histórias por detrás das fotografias - Canon
© Chad Powell – Canon EOS 6D
A maioria das minhas fotografias são exposições individuais tiradas em formato RAW, que capta mais detalhes do que o formato JPEG. Em seguida, utilizo o Lightroom, um programa de edição, para realçar o contraste e os brancos na imagem.
Esta imagem particular é composta por mais de 50 fotografias tiradas na vertical e, em seguida, coladas utilizando software para atingir uma vista extremamente ampla e próxima de 360 graus da Via Láctea, a qual retrata a forma de um arco-íris.
As histórias por detrás das fotografias - Canon
© Chad Powell – Canon EOS 6D
Usei uma Canon 6D com uma lente Canon 20 mm f/2,8 e uma exposição de 25 segundos, em conjunto com uma colagem de 50 imagens, para obter uma vista aproximada dos 360 graus.

DICAS QUE LHE PODEM SER ÚTEIS: CALIBRAÇÃO DO MONITOR


Um teste simples para verificar se o seu monitor está correctamente calibrado.
O seu monitor deve ter um control que permite alterar o brilho. Experimente baixar o brilho e verificará que os tons cinza altos ficarão negros. Se, pelo contrário, aumentar o brilho demasiado verifica que os negros vão aparecer cinza.
Assim, deve reduzir o brilho até que os tons mais escuros da escala pareçam negros e depois vá aumentando o brilho até que o segundo quadrado seja destacado do negro puro.
O contraste deve ser ajustado de modo a que olhar o monitor não se torne cansativo por excesso de brilho. Contrastes muito altos tendem a provocar cansaço da vista.







Escala A - Deve conseguir ver TODAS as 22 tonalidades
Escala B - O mínimo desejável, devendo ser claramente visiveis as11 tonalidades
Escalas C e D - Se conseguir distinguir os 3 tons em cada uma das escalas, parabéns, o seu monitor está muito bem calibrado.

COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA




Existem muitas sugestões, directrizes e técnicas sobre composição. A compreensão destas irá ajudá-lo a criar boas fotografias e também o ajudará a compreender quando quebrar as regras proporcionará um impacto mais forte.
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© Michael Norton 2011, EOS 7D

A composição fotográfica é a arte de encontrar um ponto de vista a partir da câmara que coloque todos os elementos do motivo em posições visualmente estimulantes dentro do enquadramento. Este tutorial irá descrever as técnicas mais úteis e mais utilizadas para melhorar as fotografias.
• Recortar o plano de fundo
• Um ponto de vista diferente
• Próximo e distante
• Pontos de fuga
• A linha "em S"
• A regra dos terços
• Retrato ou paisagem
• Ao mesmo nível
A composição é tanto sobre o facto de excluir itens como de os incluir. Muitos fundos beneficiam com o facto de serem recortados, outros da aproximação ao motivo principal ou da ampliação do zoom.

Recortar tem duas finalidades. Em primeiro lugar, elimina objectos ou fundos indesejados e que distraiam. Em segundo lugar, permite-lhe preencher o enquadramento com o motivo principal. Na realização de retratos, isto significa que poderá apresentar apenas o rosto da pessoa.
Não se esqueça de que o espaço circundante e o fundo podem ajudar a compor o carácter de uma pessoa. Poderá apresentar a pessoa no seu ambiente – um escritor numa secretária, por exemplo, um pianista ao piano ou um fotógrafo a utilizar uma câmara.

Um ponto de vista diferente

Quando surgir uma oportunidade para tirar uma fotografia, pare um segundo para ter em consideração o seu ponto de vista. A melhor vista é a partir da esquerda ou da direita? Irá o motivo parecer mais imponente se a câmara disparar de um nível mais baixo? Deitar-se no chão e disparar para cima é uma boa forma de dar impacto à imagem.
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© Fabrizio Zucchi 2011, EOS 3
Poderá também deslocar-se para locais mais elevados e realizar um disparo para baixo para fotografar uma paisagem. Nas cidades, poderá subir a um campanário ou fotografar a partir do telhado de um parque de estacionamento com vários andares. Olhe à sua volta para encontrar as oportunidades que os outros irão perder.

Próximo e distante
As fotografias poderão parecer aborrecidas se não houver um sentido de escala e profundidade. Um modo de ultrapassar isto e adicionar interesse à imagem, é utilizando um motivo em primeiro plano.
Imagine que se encontra numa praia a fotografar as falésias do outro lado da baía. Se permanecer de pé enquanto tira a fotografia, o primeiro plano irá provavelmente parecer completamente vazio. Mas se se deitar na areia e incluir uma pequena rocha ou uma alga como motivo de primeiro plano, irá acrescentar uma maior profundidade e produzir uma cena mais dinâmica.
Muitas das novas câmaras IXUS e PowerShot possuem um modo de Efeito Miniatura. Este modo transmite uma profundidade de campo muito pequena (a área focada), o que dá a sensação de miniaturização. 

Pontos de fuga

A perspectiva tem um papel muito importante na composição. Imagine que se encontra num plano superior a olhar para uma via-férrea recta não utilizada. A distância entre os carris parece diminuir à medida que estes ficam mais distantes. As linhas de convergência atraem o olhar em direcção à cena.
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© Jonathan Jamar 2011, EOS 50D
Conseguirá um resultado idêntico se virar a câmara para cima para fotografar um edifício alto. Os lados do edifício parecem estar a aproximar-se um do outro, um efeito chamado verticais convergentes. Se pretender diminuir este efeito, tem de recuar até uma distância suficiente e manter a câmara ao nível do chão.

A linha "em S" Outra importante ajuda à composição é a linha "em S". Imagine um rio a aparecer em primeiro plano e a desaparecer em forma de "S". O seu olhar irá instintivamente seguir a linha em direcção à imagem. O "S" pode ser uma estrada, uma linha de colinas ou um padrão de um motivo em grande plano. Esteja atento e quando encontrar uma linha em "S" utilize-a nas suas composições.

A regra dos terços
Imagine a sua fotografia dividida em nove rectângulos por duas linhas verticais e duas horizontais, à mesma distância. Se colocar o motivo principal numa das quatro intersecções, a imagem terá, provavelmente, um aspecto equilibrado.
As câmaras PowerShot e IXUS possuem a opção de apresentar linhas de grelha sobrepostas que o podem ajudar a aplicar a regra dos terços no ecrã LCD à medida que tira a fotografia.

Retrato ou paisagem

Pode segurar a câmara de modo a que a parte mais longa fique paralela ao chão (formato horizontal ou paisagem) ou girar a câmara 90° para que a parte mais curta fique paralela ao chão (formato vertical ou retrato). No entanto, podem ser fotografadas paisagens fantásticas no formato de retrato e muitos retratos são fotografados no formato de paisagem.
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© Karel Renders 2011, EOS 50D
Certifique-se de que faz uma boa utilização de ambos os formatos. Muitos fotógrafos acham mais confortável segurar a câmara no formato de paisagem e raramente tiram fotografias no formato de retrato. Coloque a si próprio o pequeno desafio de fotografar motivos seleccionados em ambos os formatos, paisagem e retrato. Não será possível utilizar as mesmas composições para os dois, faça experiências e descubra que disposição funciona melhor.
Ao mesmo nível
Ao fotografar paisagens (especialmente o mar), rurais ou urbanas, é importante manter a câmara nivelada. Horizontes inclinados para a esquerda ou para a direita são um pouco confusos. Para evitar este problema, utilize a visualização de Linha de Grelha para manter o 


TUTORIAL DA CANONnível do horizonte. 

Fotografias de retrato de Natal

O Natal e o Ano Novo envolvem várias reuniões familiares e de amigos, altura ideal para praticar as fotografias de retrato e capturar algumas fotografias memoráveis.
 
O que faz um excelente retrato? Não existem regras fixas mas podem seguir-se algumas sugestões úteis. Este tutorial aborda:
• Fotografias espontâneas
• Retratos de família formais
• Utilizar o temporizador e os telecomandos
• Fotografia com flash
• Utilizar a luz ambiente
• Composição
Câmara simples
Uma forma simples de começar é tirar fotografias espontâneas. É possível obter expressões naturais das pessoas quando estão atentas a outras coisas. Não é necessário esconder o facto de que está a tirar fotografias. Na verdade, é muito melhor mostrar a câmara para que todos saibam que está a tirar fotografias. Passado algum tempo, as pessoas estarão à vontade e continuarão a agir normalmente.
No Natal, por exemplo, pode fotografar as pessoas enquanto abrem os presentes, a jogar, a preparar refeições ou até a lavar a louça.
Famílias formais
Não perca a oportunidade de tirar uma fotografia de grupo em família. Essa fotografia será uma das fotografias a incluir no álbum de família para mais tarde recordar.
Se pretender uma fotografia com um estilo mais antigo, coloque cadeiras para os avós no centro da fotografia e os filhos atrás deles em pé. Os netos podem ficar em qualquer um dos lados ou sentados em frente. Se já tiver alguma fotografia de grupo em família antiga, seria engraçado tentar copiar a disposição e as poses. É possível imprimi-las de imediato.

Temporizador

Em muitas fotografias de grupo em família fica a faltar uma pessoa – o fotógrafo. É possível contornar esta situação. As câmaras Canon estão equipadas com um temporizador. Quando assim definido, ao pressionar o botão do obturador a exposição é atrasada em 10 segundos. Este tempo é suficiente para que se possa juntar ao grupo em frente à câmara. As câmaras PowerShot e IXUS mais recentes, como a IXUS 1000HS, tornam esta tarefa ainda mais fácil devido à função de Detecção de piscar de olhos, que captura uma fotografia 2 segundos após detectar um piscar de olhos!
De preferência, a câmara deve encontrar-se montada num tripé. No entanto, qualquer outra superfície sólida é adequada. Pode aumentar o zoom da objectiva e compor a imagem, lembrando-se sempre de deixar espaço caso pretenda juntar-se ao grupo. Na maioria das vezes a câmara focará automaticamente e dará a exposição correcta. Por vezes, é melhor mudar para a focagem manual (se disponível) e ajustar a objectiva antes de premir o botão do obturador, garantindo assim que a focagem está centrada na parte mais importante do cenário.
Telecomando
A utilização do temporizador em fotografias de grupo impossibilita o controlo do momento em que a fotografia é tirada. Por conseguinte, as pessoas antecipam a exposição e fazem um sorriso forçado ou são apanhadas de surpresa.
Algumas câmaras Canon EOS possuem um receptor de infravermelhos incorporado que funciona com o telecomando RC-6 Canon. Pode apontar o telecomando para a parte dianteira da câmara e premir o botão para accionar o obturador. Aponte e prima o botão e, em seguida, mova a sua mão para baixo de forma a esconder o telecomando antes de a fotografia ser tirada. Dois segundos depois, a fotografia é tirada.
O pequeno atraso dá às pessoas menos tempo para fazer um sorriso forçado e permite tirar a fotografia quando todos estão prontos.

Fotografia com flash

Muitas das fotografias festivas em família são tiradas em interiores. Em condições de pouca luz, a maioria das câmaras Canon accionarão automaticamente o flash incorporado. Por vezes, o flash incorporado pode dar origem a sombras de fundo acentuadas. Para evitar este problema, deve manter o motivo afastado de paredes ou cortinas de cores claras.
 

Se utilizar uma Canon EOS (ou Powershots seleccionadas) e uma unidade de flash Canon Speedlite pode utilizar o Canon Off-Camera Shoe Cord. Isto permite que a unidade de flash seja utilizada a alguma distância da câmara. Se a segurar acima e ao lado da câmara conseguirá uma melhor iluminação para o retrato. Com a focagem automática, é relativamente fácil segurar e disparar a câmara com a sua mão direita enquanto segura o Speedlite com a sua mão esquerda.

Luz ambientePode não ser necessário utilizar o flash. As câmaras digitais são bastante boas a fotografar em condições de pouca luz ambiente, seja luz do dia vinda de uma janela ou luz artificial. É possível alterar a definição ISO de forma a aumentar a sensibilidade da câmara à luz. Todas as câmaras digitais Canon oferecem uma sensibilidade ISO 1600 e a EOS-1D Mark IV topo de gama oferece até 102400!
A desvantagem de utilizar velocidades ISO elevadas pode ser maior "ruído". As câmaras Canon utilizam uma tecnologia avançada de redução de ruído de forma a minimizar o efeito. Tire algumas fotografias com velocidades ISO elevadas para verificar se os resultados são aceitáveis.
Em cenários de luz ambiente, a câmara poderá definir uma velocidade do obturador bastante lenta. Tenha isto em atenção. Se a velocidade do obturador descer abaixo de cerca de 1/60 segundos, poderá ser necessário utilizar um tripé ou apoiar a câmara numa mesa ou nas costas de uma cadeira. Será também necessário pedir à pessoa fotografada que se mantenha imóvel enquanto a fotografia é tirada.

Composição

Quando fotografamos apenas uma pessoa, temos tendência para a posicionar no centro da moldura. No entanto, obtêm-se melhores resultados quando a posicionamos afastada do centro, obtendo, desta forma, uma imagem mais dinâmica. Observe como as personagens são representadas nas séries de televisão para obter sugestões sobre a composição de retratos.


Um retrato não tem de mostrar a cabeça e os ombros. Recue de forma a posicionar a pessoa no seu ambiente. Um gabinete, uma sala de trabalho ou uma cozinha podem dizer tanto sobre uma pessoa como o seu rosto. Ou aproxime-se de forma a focar a câmara nos olhos e na boca.
Acima de tudo, experimente. Pode verificar as suas fotografias digitais directamente no LCD, eliminar as menos bem conseguidas e visualizar as restantes.

Tutorial: Fotografia dos céus de outono

Céus de outono

Os céus tardios de outono podem ser cinzentos mais vezes do que os de verão, mas ainda assim existem imagens maravilhosas a captar. A maior quantidade de nuvens no céu faz com que elas se tornem elementos muito importantes nas suas fotos.
Considerar as nuvens um elemento significa encarar a composição de uma forma ligeiramente diferente; o céu ocupa frequentemente uma porção maior da imagem. Este artigo aborda as técnicas, mas também mostra ótimos exemplos recolhidos pelos membros da You Connect.
Tópicos abordados:
• Obter a luz correta
• Formas das nuvens
• Elementos para fotografar o céu
• Preto e branco
• Acentuação a Cor
• Nascer e pôr-do-sol
• Regra dos terços
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Bonnie Banks (Belas margens), © Douglas McMinn 2011, Canon PowerShot SX110 IS
Obter a luz correta
O cérebro compensa automaticamente as mudanças de luz, pelo que uma folha de papel é branca independentemente de a vermos à luz do dia ou com iluminação artificial em interiores. O equilíbrio de brancos automático (AWB) na sua câmara Canon assegura que esta se comporta da mesma forma: certificando-se que as cores estão corretas independentemente das condições de luminosidade.
A maior parte das vezes, a definição AWB proporciona excelentes resultados; no entanto, o ajuste do equilíbrio de brancos para "Cloudy" (Nublado) nos dias mais cinzentos de outono destaca as cores que tem à sua frente. Experimente as diferentes definições de equilíbrio de brancos com o mesmo motivo para determinar a que mais lhe agrada.

Formas das nuvens

A composição e o conteúdo são vitais para fotografar o céu.
Por vezes, a própria forma das nuvens pode justificar uma foto. Existem mesmo websites dedicados a fotografias de nuvens com formas invulgares. Não existem respostas certas e erradas, use a imaginação. Eis alguns exemplos bastante eficazes dos membros da You Connect.
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Blue sky (Céu Azul), © Ines Balsiger 2011, Canon IXUS 105
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Autumn (Outono), © Alec Schaerer 2011, Canon PowerShot A1200
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September (Setembro), © Bo Madsen 2011, Canon PowerShot G6

Elementos para fotografar o céu

O céu reflete-se nas extensões de água, acrescentando valor às suas imagens.
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Reflection (Reflexo), © Fernandodelopey 2011, Canon EOS 30D
Todavia, não necessita de utilizar especificamente lagos ou rios: concentre-se nas poças que aparecem na estrada depois de uma tempestade, ou mesmo na areia molhada à beira-mar, para obter um efeito semelhante.
Preto e branco
As nuvens no céu prestam-se naturalmente à fotografia a preto e branco. Utilize a definição "My Colors" (Minhas Cores) na sua câmara para atingir este e outros efeitos monocromáticos semelhantes.
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Graphic design (Design gráfico), © Dario Bonetto 2011, Canon EOS 40D
Pode atingir um misto interessante de cores com preto e branco através do menu "Color Accent" (Acentuação de Cor). Este permite-lhe escolher uma cor enquanto o resto da imagem fica a preto e branco. 

Luz e disposição

Nascer e pôr-do-sol
As formações de nuvens têm um efeito particularmente dramático ao nascer e ao pôr-do-sol. O brilho quente do sol difunde-se através das nuvens, criando sombras laranja e rosa que acrescentam cor à sua imagem. Poderá obter bons resultados se calcular a exposição pelo céu, com o solo mais escuro e, frequentemente, em silhueta.
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Sunset (Pôr-do-sol), © Rolf Pahnhenrich 2011, Canon EOS 5D Mark II

Regra dos terços
Tal como noutro tipo de fotos, a regra dos terços também se aplica quando quer fotografar o céu. Enquanto as fotografias típicas de paisagem têm a linha do horizonte a um terço do topo, deve considerar colocá-la a um terço da base quando fotografa as nuvens e o céu. Isto é evidente na imagem abaixo.
As duas linhas verticais da grelha também são importantes; podem ser utilizadas para um objeto relevante em primeiro plano. 

Pós-produção Depois de tirar a sua fotografia, pode processá-la utilizando o software no computador. Os ficheiros JPEG podem ser ajustados de forma a alterar o equilíbrio de brancos, o brilho, o contraste e a saturação. As câmaras PowerShot das séries G e S, bem como a PowerShot SX50, mais recente, conseguem tirar fotografias em formato RAW. Utilizando o software Digital Photo Professional fornecido com a câmara, é possível cortar e melhorar a nitidez. A imagem também pode ser convertida para preto e branco.


TUTORIAL CANON


FOTOGRAFIA DE NATUREZA MORTA


A natureza morta é uma área fascinante da fotografia. O que pode começar por uma simples fotografia de um item muito apreciado (um fruto ou um ornamento), pode tornar-se numa paixão com direito a um estúdio completo.
Há várias sugestões simples que podem fazer sobressair as suas fotografias de natureza morta. Este tutorial aborda as seguintes áreas:
• Comece de forma simples
• Fundo
• Iluminação natural
• Faça experiências com a iluminação
• Equilíbrio de brancos
• Profundidade de campo
• Motivos para fotografar
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O tempo parou, © Dario Sastre Martinez 2010, Canon EOS 450D
Comece de forma simples
Crie uma composição interessante com, por exemplo, um sortido de frutos coloridos, alguns ornamentos ou pequenos itens do quotidiano, e está pronto para começar a fotografar. Outro nome para trabalhos com natureza morta é fotografia de mesa. Até pode ser uma pequena mesa, que possa movimentar com facilidade. É o melhor estúdio de principiante. Comece por colocar a mesa perto de uma janela. Uma janela virada ao norte é o ideal - irá oferecer-lhe uma luz suave.
Fundo
Necessita de um fundo. Se fotografar de um ângulo elevado o próprio tampo da mesa pode servir de fundo. Tente várias alternativas, cobrindo a mesa com tecido ou cartão adequado. Se fotografar de um ângulo mais baixo, coloque uma folha de cartão em curva desde o tampo da mesa e apoie a extremidade superior contra uma pilha de livros ou as costas de uma cadeira. Este tipo de fundo fotográfico é denominado de "curva infinita", uma vez que não existem juntas e, na fotografia, parece interminável. Pode comprar folhas de grandes dimensões de cartão flexível, de várias cores, na maioria das lojas de arte.

Iluminação natural

Obter a iluminação adequada pode ser tão simples como escolher os motivos, o suporte ou até mesmo o fundo.
Utilize a luz da janela, certificando-se de que todas as luzes da divisão estão desligadas. Coloque a mesa e o motivo de modo a que a luz ilumine um lado do motivo e, depois, fotografe diretamente de frente para o motivo.
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Pimenta, © Claus Bay Eriksen 2010, Canon EOS 400D
O efeito da luz irá depender das dimensões da divisão e das suas superfícies. Se as paredes e o teto forem brancas, muita da luz da janela irá ser refletida pela divisão em que está a fotografar e iluminar o lado do motivo mais distante da janela. Em divisões maiores ou mais escuras, os lados do motivo mais afastados da janela estarão mais na sombra.
Alguns motivos de natureza morta ficam muito bem com um contraste forte entre as zonas claras (destaques) e as zonas escuras (sombras). Contudo, se o contraste for demasiado profundo, pode iluminar as sombras com um refletor. Coloque simplesmente uma folha de cartão branco apoiada em alguns livros perto do lado do motivo que está na sombra. A luz da janela será refletida pelo cartão, para as sombras. Altere a distância entre o cartão e o motivo para controlar a quantidade de luz refletida que ilumina as sombras.
A vantagem de uma pequena mesa para fotografia de natureza morta é que pode movê-la para obter diferentes efeitos de iluminação. Rode a mesa para que a luz da janela ilumine mais a parte da frente do motivo. Esta medida deve eliminar a necessidade de um refletor. Faça experiências com diferentes posições da mesa – o que funciona para um motivo pode não ser o melhor para outro.

Faça experiências com a iluminação

A luz de uma janela é boa, se conseguir fotografar durante o dia. Durante a noite, é necessário encontrar outros tipos de iluminação.
Um flash eletrónico pode ser eficaz, mas apenas se estiver localizado longe da sua EOS. É preferível não utilizar o flash integrado da câmara – pode resultar numa iluminação monótona do motivo e eliminar alguma da atmosfera envolvente.
Existe um acessório chamado Cabo da sapata externa OC-E3. Trata-se de um cabo de extensão em espiral que lhe permite colocar uma unidade de flash Speedlite a até 80cm da câmara. Em alternativa, pode utilizar o transmissor Speedlite ST-E2 ou ST-E3-RT. Trata-se de unidades sem fios que podem ser colocadas na sapata da câmara e controlam um ou mais Speedlites remotos. Deste modo, os Speedlites podem ser utilizados com softboxes e refletores e permitem um controlo total sobre a iluminação.

Uma iluminação de flash cuidadosamente equilibrada melhora as fotografias de natureza morta
Equilíbrio de brancos
A cor da iluminação varia consoante a fonte, como a luz do dia. Mas até a luz do dia varia; é mais quente (mais vermelha) ao nascer e ao pôr-do-sol do que a meio do dia, quando é mais fria (mais azul). A luz num dia nublado, ou à sombra num dia de sol, também é mais fria. A estas diferentes cores dá-se o nome de temperatura da cor da fonte de luz.
Do mesmo modo, as fontes de luz artificiais têm diferentes temperaturas de cor. A luz de lâmpadas de tungsténio é cor-de-laranja enquanto as lâmpadas fluorescentes criam uma luz verde.
Os olhos humanos adaptam-se automaticamente a estas diferenças de temperatura de cor e, normalmente, a função "AWB" (Auto White Balance) (Equilíbrio de brancos automático) da sua EOS também as reproduz com êxito. Se estiver a fotografar ficheiros RAW, não é fundamental definir um equilíbrio de brancos exato – pode ajustar esta definição quando visualiza a imagem no software Digital Photo Professional (DPP) da Canon no seu computador. Se estiver a fotografar ficheiros JPEG, necessita realmente desta definição. Fotografe várias imagens com diferentes definições de equilíbrio de brancos e estude as imagens na parte detrás da câmara para ver as definições que conseguem os melhores resultados.
Contudo, quando está perto de um motivo colorido, irá obter resultados mais exatos com o equilíbrio de brancos personalizado. Definir o equilíbrio de brancos pode variar um pouco em diferentes modelos de câmaras mas, essencialmente, trata-se de encher completamente o enquadramento com uma folha de papel ou cartão branco e tirar uma fotografia. A câmara utiliza esta imagem neutra para definir o equilíbrio de brancos personalizado. Também pode utilizar esta funcionalidade para controlar deliberadamente o equilíbrio de cores das suas fotografias, adicionando cor-de-laranja/castanho para dar um aspeto antigo às imagens, por exemplo.

Profundidade de campo

A outra definição importante da sua câmara para fotografias de natureza morta é a profundidade de campo. Trata-se da área do motivo que está focada.
A objetiva só consegue focar um plano da imagem, por isso, apenas a parte do motivo que focar ficará nítida. Contudo, há uma área à frente do plano de focagem e uma área atrás do plano de focagem que estará apenas ligeiramente desfocada. Ao olho humano, estas áreas aparentam estar nítidas. A esta área de focagem aparente damos o nome de profundidade de campo e muda consoante alteramos a abertura. Aberturas menores, f/16 ou f/22 por exemplo, proporcionam uma maior profundidade de campo; aberturas maiores, f/2,8 e f/4 por exemplo, proporcionam uma profundidade de campo mais limitada.
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O meu primeiro portátil, © H. J. Epskamp 2010, Canon EOS 50D
Outro fator que afeta a profundidade de campo é a distância entre a objetiva e o motivo. Se focar mais perto, movendo a câmara para mais perto do motivo, reduz a profundidade de campo. Normalmente, as fotografias de natureza morta são realizadas com a câmara relativamente perto do motivo. O que significa que a profundidade de campo será limitada e apenas uma pequena área à frente e atrás do ponto de focagem estará nítida.
Pode utilizar uma profundidade de campo limitada com especial eficácia. Se estiver a fotografar três peças de xadrez, por exemplo, numa composição que coloque cada peça a distâncias ligeiramente diferentes da câmara, focar uma peça irá deixar as outras duas desfocadas. Pode alterar a imagem focando numa peça diferente.

Defina a sua EOS para o modo de prioridade de abertura AE (Av) para controlar a profundidade de campo. Defina a abertura máxima da sua objetiva (o número f/ mais baixo) para obter uma profundidade de campo limitada. Defina uma abertura menor (um número f/ mais alto) como f/16, para obter uma maior profundidade de campo. Reveja as imagens que fotografa para ver a diferença.

Motivos para fotografar

A fotografia de natureza morta não é um apenas um exercício fotográfico. Pode ser um bom modo de aprender mais sobre iluminação, abertura e profundidade de campo, mas também tem aplicações muito práticas.
Por exemplo:
• É um bom cozinheiro? Pode fotografar os seus melhores pratos e guardar fotografias com as receitas. Dê uma vista de olhos em alguns dos muitos livros de culinária disponíveis. Pode encontrar inspiração nestas imagens de natureza morta de excelente qualidade e tentar encontrar o seu próprio estilo.
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Doce tentação, © Robert Klein 2010, Canon PowerShot G3
• Se tem um seguro de recheio de habitação, fotografar estatuetas, joias e outros itens de valor pode ajudá-lo caso venha a precisar de fazer uma participação.
• Se vende em sites de leilões, ter imagens de natureza morta de boa qualidade irá fazer com que os seus itens se destaquem dos outros.
Quando chega o outono e o inverno, pode também ser um excelente projeto para os dias de chuva e para as noites frias. Acertar com a iluminação pode ser um desafio, mas as competências que adquire com imagens de natureza morta serão de grande valor para outras áreas da fotografia.

Tutorial canon

FOTOGRAFIA DE VIAGENS - VER O MUNDO


A fotografia de viagens mudou muito ao longo dos
 últimos anos. Ainda há 
não muito tempo, tiraria algumas fotografias e não era 
possível ver os
 resultados até ter as fotografias reveladas quando chegasse
 a casa.
Hoje em dia, pode fotografar centenas de imagens e 
carregar as melhores para
 o seu blog pessoal ou para um site de partilha de fotografias.
 Este tutorial irá 
ajudá-lo a fazer com que as suas fotografias se destaquem 
e a dar às pessoas 
uma ideia real dos locais que visitou.
         • Preparar a sua mochila 
         • O que fotografar 
         • Técnicas fotográficas 
         • De volta a casa


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Templo à luz do entardecer, © Rens Van der Kloot 2011, 
Canon EOS 400D
Preparar a sua mochila
Que equipamento deve levar? Dependerá muito do objectivo da sua 
viagem. 

Num safari, é necessário aproximar os objectos distantes, o que
 significa utilizar
 teleobjectivas de longo alcance com uma EOS. Para os donos 
de uma IXUS ou 
PowerShot, uma câmara compacta super zoom com zoom óptico
 de 12x ou mais
 é perfeita para fotografar vida selvagem. Contudo, podem existir 
limites ao equipamento 
que pode levar consigo, pelo que terá de escolher o equilíbrio entre
 um kit completo e
 portabilidade. Para os donos de uma EOS, uma IXUS ou PowerShot 
é uma boa companheira
 para a sua DSLR já que pode levá-la no bolso e utilizá-la 
discretamente.
A menos que viaje para um local deserto, deverá ter acesso a 
energia 
para recarregar a
 bateria da sua câmara durante a noite. Lembre-se de 
levar um adaptador de viagem para 
estar preparado para os principais tipos de tomadas em diferentes
 países. Também será boa 
ideia ter consigo uma bateria completamente carregada.
Quantas fotografias pensa tirar? Faça uma estimativa e conte 
com o dobro, porque muitas
 vezes irá tirar mais fotografias do que espera, e decida de 
quantos cartões de memória 
irá necessitar. Fotografar em formato RAW dá-lhe mais liberdade
 para quando for processar
 as imagens, mas os ficheiros RAW são muito maiores que os 
ficheiros JPEG, pelo que irá 
necessitar de mais cartões de armazenamento.
Apesar de já estarem disponíveis cartões de memória com 64 GB 
de espaço de armazenamento, 
vários cartões de 4 GB ou 8 GB são uma melhor opção para quando 
viaja. Pode guardar os
 cartões que não está a utilizar no hotel ou na sua mochila, o que é 
muito mais seguro do que
 ter todas as suas imagens num único cartão na sua câmara.

O que fotografar

Tirar fotografias no estrangeiro não é muito diferente de fotografar em casa; pode haver mais sol e o ambiente pode ser mais colorido, mas as técnicas de que necessita para capturar imagens excelentes são semelhantes.
Procure na web imagens dos locais para onde vai viajar para ver fotografias e encontrar ideias acerca de como, onde e quando fotografá-los (e também de como não fazê-lo). Procure eventos marcados para as datas em que estará de visita. Pense em contratar um guia local por algumas horas, muitas vezes conhecem as melhores horas do dia e os locais menos conhecidos para fotografia.
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Coca, © Philippe Pédefer 2011, Canon PowerShot A550
Procure as cores locais – os pormenores que ajudam a identificar o local. Pode ser um estilo particular de edifícios ou de transportes. Os mercados de rua com alimentos locais e as montras com a moda local também reflectem a cultura de um país ou cidade. Frequentemente, a comida e a bebida são as partes mais memoráveis das viagens, com novos sabores para explorar. São também bons motivos para fotografias, o que faz com que tenha duas razões para fotografá-los.
Muitas vezes, as paisagens estão no seu melhor de manhã cedo quando o sol ainda está baixo, a iluminação é dourada e não há muitos turistas que lhe estraguem a vista. Alternativamente, um nevoeiro matinal pode criar fotografias mais dramáticas.
As pessoas são um excelente motivo, particularmente se estiverem a usar trajes típicos ou a fazer alguma actividade local. Sorria e peça sempre permissão; não precisa de falar o idioma para passar a mensagem, mas conhecer algumas frases na língua local pode fazer uma grande diferença. Se não lhe derem permissão, siga em frente, respeite a privacidade individual das outras pessoas.
Em alguns países, especialmente em África e em algumas partes da Ásia, as pessoas podem esperar uma pequena gratificação antes de as fotografar, por isso é importante ter alguns trocos sempre à mão. Normalmente, isto permitir-lhe-á aproximar-se mais do seu motivo, oferecendo-lhe a oportunidade para uma forte caracterização. Lembre-se de respeitar o seu motivo. Utilize uma objectiva grande angular se pretende captar o ambiente; ou uma teleobjectiva para se concentrar no rosto. Por fim, se lhe parecer adequado, mostre a fotografia à pessoa fotografada.




Técnicas fotográficas

Muitas das funções das câmaras Canon são perfeitas para explorar enquanto viaja.
As vistas panorâmicas são relativamente simples de criar fotografando uma série de imagens ao longo da cena. As imagens são fundidas com o software PhotoStitch (fornecido com a sua câmara Canon), resultando numa imagem panorâmica única.
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Do azul, © Martin Shaw 2009, Canon EOS 30D
Um desenvolvimento recente é o HDR – Alta Gama Dinâmica. Se está a fotografar cenas de alto contraste pode ser difícil conseguir a devida exposição de realces e sombras na mesma fotografia. A função HDR nas câmaras PowerShot S100G12G1 X e EOS 5D Mark III capta três imagens sucessivas com diferentes níveis de luminosidade. A câmara selecciona e combina as áreas mais bem iluminadas numa única fotografia.
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Lichtenfels, © Gencer Seri 2009, Canon EOS 400D 
Alternativamente, o software Digital Photo Professional (DPP) da Canon tem uma ferramenta HDR que é muito simples de utilizar. O DPP é fornecido com todas as câmaras das séries EOS, PowerShot G e PowerShot S. Isto faz parte da versão mais recente deste software, que pode ser transferida no Centro de Download da Canon.
Na sua IXUS ou PowerShot, verifique a vasta gama de efeitos especiais (por exemplo, o Efeito miniatura, Cores vívidas e Efeito olho de peixe) e as Definições de cena, incluindo Retratos, Paisagem e Cenas nocturnas. Muitas vezes, estes efeitos proporcionam-lhe automaticamente aquilo que quer da sua fotografia. Como estas funções variam de câmara para câmara, deve consultar o Manual do utilizador para obter mais informações sobre as funções presentes na sua câmara. Alternativamente, numa EOS, considere alterar o Photo Style (Estilo de fotografia) para obter o efeito visual que pretende.
Por fim, certifique-se de que absorve e desfruta da atmosfera dos locais que visita – não viva a sua viagem através do visor ou do ecrã da sua câmara.

De volta a casa

Se tiver tempo, é sempre boa ideia ir filtrando as imagens mais fracas dos cartões de memória ao longo da viagem, para ficar com uma ideia do que funcionou e porquê.
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Marsaxlokk Luzzu, © Saami Powell 2011, Canon PowerShot A550
Também fará com que poupe tempo quando transferir as imagens para o seu computador, que é quando deve olhar de novo as fotos e eliminar mais algumas das imagens mais fracas. Não vale a pena armazenar ficheiros de imagem que nunca mais voltará a ver.

Tutorial Canon