Hoje em dia, pode fotografar centenas de imagens e
carregar as melhores para
o seu blog pessoal ou para um site de partilha de fotografias.
Este tutorial irá
ajudá-lo a fazer com que as suas fotografias se destaquem
e a dar às pessoas
uma ideia real dos locais que visitou.
• Preparar a sua mochila
• O que fotografar
• Técnicas fotográficas
• De volta a casa
Templo à luz do entardecer, © Rens Van der Kloot 2011,
Canon EOS 400D
Preparar a sua mochila
Que equipamento deve levar? Dependerá muito do objectivo da sua
viagem.
Num safari, é necessário aproximar os objectos distantes, o que
significa utilizar
teleobjectivas de longo alcance com uma EOS. Para os donos
de uma IXUS ou
PowerShot, uma câmara compacta super zoom com zoom óptico
de 12x ou mais
é perfeita para fotografar vida selvagem. Contudo, podem existir
limites ao equipamento
que pode levar consigo, pelo que terá de escolher o equilíbrio entre
um kit completo e
portabilidade. Para os donos de uma EOS, uma IXUS ou PowerShot
é uma boa companheira
para a sua DSLR já que pode levá-la no bolso e utilizá-la
discretamente.
A menos que viaje para um local deserto, deverá ter acesso a
energia
para recarregar a
bateria da sua câmara durante a noite. Lembre-se de
levar um adaptador de viagem para
estar preparado para os principais tipos de tomadas em diferentes
países. Também será boa
ideia ter consigo uma bateria completamente carregada.
Quantas fotografias pensa tirar? Faça uma estimativa e conte
com o dobro, porque muitas
vezes irá tirar mais fotografias do que espera, e decida de
quantos cartões de memória
irá necessitar. Fotografar em formato RAW dá-lhe mais liberdade
para quando for processar
as imagens, mas os ficheiros RAW são muito maiores que os
ficheiros JPEG, pelo que irá
necessitar de mais cartões de armazenamento.
Apesar de já estarem disponíveis cartões de memória com 64 GB
de espaço de armazenamento,
vários cartões de 4 GB ou 8 GB são uma melhor opção para quando
viaja. Pode guardar os
cartões que não está a utilizar no hotel ou na sua mochila, o que é
muito mais seguro do que
ter todas as suas imagens num único cartão na sua câmara.
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Tirar fotografias no estrangeiro não é muito diferente de fotografar em casa; pode haver mais sol e o ambiente pode ser mais colorido, mas as técnicas de que necessita para capturar imagens excelentes são semelhantes.
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Procure na web imagens dos locais para onde vai viajar para ver fotografias e encontrar ideias acerca de como, onde e quando fotografá-los (e também de como não fazê-lo). Procure eventos marcados para as datas em que estará de visita. Pense em contratar um guia local por algumas horas, muitas vezes conhecem as melhores horas do dia e os locais menos conhecidos para fotografia.

Coca, © Philippe Pédefer 2011, Canon PowerShot A550
Procure as cores locais – os pormenores que ajudam a identificar o local. Pode ser um estilo particular de edifícios ou de transportes. Os mercados de rua com alimentos locais e as montras com a moda local também reflectem a cultura de um país ou cidade. Frequentemente, a comida e a bebida são as partes mais memoráveis das viagens, com novos sabores para explorar. São também bons motivos para fotografias, o que faz com que tenha duas razões para fotografá-los.
Muitas vezes, as paisagens estão no seu melhor de manhã cedo quando o sol ainda está baixo, a iluminação é dourada e não há muitos turistas que lhe estraguem a vista. Alternativamente, um nevoeiro matinal pode criar fotografias mais dramáticas.
As pessoas são um excelente motivo, particularmente se estiverem a usar trajes típicos ou a fazer alguma actividade local. Sorria e peça sempre permissão; não precisa de falar o idioma para passar a mensagem, mas conhecer algumas frases na língua local pode fazer uma grande diferença. Se não lhe derem permissão, siga em frente, respeite a privacidade individual das outras pessoas.
Em alguns países, especialmente em África e em algumas partes da Ásia, as pessoas podem esperar uma pequena gratificação antes de as fotografar, por isso é importante ter alguns trocos sempre à mão. Normalmente, isto permitir-lhe-á aproximar-se mais do seu motivo, oferecendo-lhe a oportunidade para uma forte caracterização. Lembre-se de respeitar o seu motivo. Utilize uma objectiva grande angular se pretende captar o ambiente; ou uma teleobjectiva para se concentrar no rosto. Por fim, se lhe parecer adequado, mostre a fotografia à pessoa fotografada.
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Muitas das funções das câmaras Canon são perfeitas para explorar enquanto viaja.
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As vistas panorâmicas são relativamente simples de criar fotografando uma série de imagens ao longo da cena. As imagens são fundidas com o software PhotoStitch (fornecido com a sua câmara Canon), resultando numa imagem panorâmica única.

Do azul, © Martin Shaw 2009, Canon EOS 30D
Um desenvolvimento recente é o HDR – Alta Gama Dinâmica. Se está a fotografar cenas de alto contraste pode ser difícil conseguir a devida exposição de realces e sombras na mesma fotografia. A função HDR nas câmaras PowerShot S100, G12, G1 X e EOS 5D Mark III capta três imagens sucessivas com diferentes níveis de luminosidade. A câmara selecciona e combina as áreas mais bem iluminadas numa única fotografia.

Lichtenfels, © Gencer Seri 2009, Canon EOS 400D
Alternativamente, o software Digital Photo Professional (DPP) da Canon tem uma ferramenta HDR que é muito simples de utilizar. O DPP é fornecido com todas as câmaras das séries EOS, PowerShot G e PowerShot S. Isto faz parte da versão mais recente deste software, que pode ser transferida no Centro de Download da Canon.
Na sua IXUS ou PowerShot, verifique a vasta gama de efeitos especiais (por exemplo, o Efeito miniatura, Cores vívidas e Efeito olho de peixe) e as Definições de cena, incluindo Retratos, Paisagem e Cenas nocturnas. Muitas vezes, estes efeitos proporcionam-lhe automaticamente aquilo que quer da sua fotografia. Como estas funções variam de câmara para câmara, deve consultar o Manual do utilizador para obter mais informações sobre as funções presentes na sua câmara. Alternativamente, numa EOS, considere alterar o Photo Style (Estilo de fotografia) para obter o efeito visual que pretende.
Por fim, certifique-se de que absorve e desfruta da atmosfera dos locais que visita – não viva a sua viagem através do visor ou do ecrã da sua câmara.
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Se tiver tempo, é sempre boa ideia ir filtrando as imagens mais fracas dos cartões de memória ao longo da viagem, para ficar com uma ideia do que funcionou e porquê.
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Marsaxlokk Luzzu, © Saami Powell 2011, Canon PowerShot A550
Também fará com que poupe tempo quando transferir as imagens para o seu computador, que é quando deve olhar de novo as fotos e eliminar mais algumas das imagens mais fracas. Não vale a pena armazenar ficheiros de imagem que nunca mais voltará a ver.
Tutorial Canon
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